Pavimentos e azulejos em Vila Nova de Gaia

Cerâmica, porcelânico de grande formato, flutuante, vinílico e microcimento — assentes sobre uma base preparada como deve ser, que é onde se decide se o piso dura.

Um pavimento estraga-se quase sempre pela base, não pelo material. Uma laje com desnível, uma betonilha que ainda não curou, humidade residual por baixo de um flutuante ou cola aplicada em quantidade insuficiente — qualquer uma destas falhas aparece meses depois em peças soltas, juntas abertas ou tábuas empenadas.

Por isso, antes de falar de referências e formatos, medimos o desnível do piso existente e verificamos a humidade da base. Consoante o resultado, a base é regularizada com argamassa autonivelante, recebe barreira de vapor ou tem de secar mais tempo. Nem sempre é a resposta que se quer ouvir, mas é o que evita refazer o trabalho.

Materiais que aplicamos

Cerâmica e porcelânico

Do formato corrente ao grande formato, com corte à medida, sistema de nivelamento e juntas alinhadas.

Soalho flutuante

Laminado e multicamada com subcapa acústica e barreira de vapor, essencial em pisos térreos.

Vinílico e LVT

Solução para cozinhas e casas de banho: resistente à água, quente ao pisar e de espessura reduzida.

Microcimento

Acabamento contínuo sem juntas, em pavimentos e paredes de zonas molhadas.

Pedra natural

Assentamento de granito, mármore e soleiras, com tratamento e selagem adequados.

Rodapés e remates

Rodapé, perfis de transição entre materiais e soleiras — os detalhes que dão o acabamento final.

Levantar o piso antigo ou aplicar por cima?

É a primeira pergunta de quase todos os clientes. Aplicar por cima é mais rápido, mais barato e produz muito menos entulho e pó — mas sobe a cota do pavimento, o que obriga a cortar portas e cria degraus nas transições. E só funciona se o piso existente estiver firme, sem peças soltas nem humidade.

Levantar dá mais trabalho, mas é obrigatório em alguns casos. Verificamos estes pontos antes de decidir consigo:

  • Peças ocas ou soltas — se o existente já está a descolar, o novo vai atrás; tem de sair.
  • Altura disponível — a folga sob as portas e a cota das soleiras e da entrada.
  • Humidade na base — pisos térreos sem barreira de vapor exigem tratamento antes de qualquer aplicação.
  • Desnível — acima de certo limite, é preciso autonivelante, independentemente da opção.
  • Tipo de material novo — o grande formato é muito menos tolerante a irregularidades da base.
  • Zonas molhadas — em duches e bases de chuveiro, levantar e impermeabilizar de novo não é negociável.

Perguntas frequentes

Não encontrou a sua dúvida? Ligue-nos — respondemos sem rodeios.

Falar connosco

Normalmente sim, desde que o azulejo esteja bem aderente, sem peças ocas, e o desnível seja pequeno. Aplica-se subcapa e, em piso térreo ou sobre garagem, barreira de vapor. Confirmamos a humidade da base antes, porque é a causa número um de problemas em flutuante.

Cerca de 60 m² de flutuante fazem-se em dois a três dias. Em cerâmica ou porcelânico conte com quatro a seis dias, mais o tempo de cura da cola e o betumado das juntas antes de poder pisar normalmente.

Fazemos. Indique-nos as referências e as quantidades — ou confirmamos nós o cálculo, incluindo a percentagem de quebra — e orçamentamos apenas a mão de obra, a preparação da base e os consumíveis.

Com perfil de transição escolhido para a diferença de cota, ou com corte alinhado quando as cotas coincidem. É um detalhe pequeno que se vê todos os dias, por isso definimo-lo consigo antes de assentar.

Orçamento gratuito e sem compromisso

Vamos ao local, avaliamos o trabalho e entregamos uma proposta discriminada. Sem custo e sem obrigação de avançar. Servimos Vila Nova de Gaia, Porto, Espinho, Santa Maria da Feira e arredores.